O impacto da pandemia COVID-19 na área de saúde mental.

Dados da área de saúde mental 2021
– O impacto da pandemia da Covid 19 na área de saúde mental –

Por Jorge Antônio Monteiro de Lima
www.almabr.com.br

Qual tem sido o impacto na área de saúde mental a partir da pandemia da Covid 19? Existe um aumento significativo de casos de transtorno de ansiedade, depressão, tendência suicida? Em 2017/ 2018 já era notório que ocorria uma explosão de casos de suicídio o que culmina na criação do chamado Setembro Amarelo. Em 2018/2019 ocorre um aumento significativo de casos de suicídio entre crianças, adolescentes e jovens adultos que também vivenciam a automutilação, e isto traz um profundo impacto em toda área de saúde, na psicologia hospitalar e clínica, nos serviços de psiquiatria e pronto socorro.

Em 2018 o Instituto Olhos da Alma Sã em parceria com outras 14 entidades cria a campanha Pela vida- setembro amarelo, em parceria com o CVV, Ministério Público Federal, Ministério público do trabalho, Exército Brasileiro, sindicatos e conselhos de classe, universidades e neste período todas entidades parceiras estavam extremamente preocupadas com o aumento significativo dos casos de suicídio na sociedade. Também a classe artística abraça a campanha Pela Vida reunindo 98 artistas e bandas e neste sentido foi promovido 18 festivais de artes e música com campanha de conscientização, 54 debates e palestras na região centro oeste, o que foi mostrando a realidade da sociedade neste período, o grau de adoecimento coletivo.

Infelizmente no Brasil as estatísticas na área de saúde são negligenciadas. Existe uma cultura do estado Brasileiro de subnotificação, na qual milhares de casos são omitidos. A pandemia da covid19 deixa isto evidente, a proporção que o próprio governo – ministério da saúde- retira do ar o sistema de contagem do número de casos- contaminados e óbitos. Isto é pratica rotineira do estado brasileiro, em casos de dengue, microcefalia, doenças tropicais, na área de saúde mental. Todavia embora não existam dados oficiais confiáveis, no trabalho em rede é possível mapear o tamanho da pandemia de saúde mental na qual toda sociedade está imersa.
A primeira fonte de dados é o CVV- Centro de Valorização da vida. Hoje no Brasil existem mais de 3500 mil voluntários que prestam um importante serviço de atenção primária em saúde na prevenção do suicídio. Em 2018/2019 já era perceptível no CVV que a demanda havia dobrado. O serviço que não tinha fila de espera para atendimento, começava a ter fila de espera de 15 minutos a 20 minutos. Em 2020/2021 a fila de espera por vezes chega a duas horas. O número de voluntários neste importante serviço não dá conta de cobrir a demanda que aumenta em 40% ao ano. Durante toda campanha Pela Vida convidamos a comunidade a se inscrever como voluntários para o CVV- indicamos a estudantes de psicologia que passem um ano como voluntários no CVV. Em resumo a primeira fonte de dados o CVV mostra um aumento dos casos de angustia, ansiedade, depressão e tendência suicida com aumento em progressão geométrica.

Outras duas fontes de dados vieram de universidades que prestam o mesmo serviço de saúde mental parceiras do Instituto Olhos da Alma e da clínica social Jung Brasil Sã. A USP com o escritório de saúde mental; e a UNB com a DASU. Ambas universidades anunciam uma dificuldade com o aumento claro de casos de tendência suicida entre alunos, colaboradores, professores e nos casos de atendimento a comunidade. Todos serviços de atendimento em saúde mental ficam lotados em 2018 – 2021 o que faz com que tais instituições busquem parcerias e atuar em rede com outras instituições afim de dar vazão a demanda, por isto a parceria com o Instituto Olhos da Alma Sã e com a clínica social Jung Brasil.

A terceira fonte de dados vem dos serviços de pronto socorro, CAPS, hospitais na qual vários médicos colaboradores atuam. Todos os serviços de saúde mental entre 2020/ 2021 ficam lotados. Fila de espera nos CAPS. Faltam profissionais, treinamento, gestão pública da demanda, profissionais adoecidos, sobrecarregados, alguns adoecendo por covid19. Ninguém estava preparado para lidar com uma epidemia de casos de saúde mental. Na clínica médica em pronto socorro o número de pacientes em crise de ansiedade, pânico, depressão vira rotina para qualquer médico com quatro ou cinco casos diários. O luto com melancolia, depressão vira uma rotina diária para equipes de enfermagem, médicos, servidores.

A quarta fonte de dados sobre a epidemia de casos de saúde mental vem da junta médica do estado de Goiás, responsável pela licença médica e afastamento de servidores. Entre 2020- 2021 anunciam que mais de 7 mil servidores da área da educação, 5 mil da área de saúde, e 4 mil servidores da área de segurança pública pediram afastamento. Destes afastamentos 70% foram casos vinculados a área de saúde mental.

A quinta fonte de dados vem da clínica social Jung Brasil que em 2021 tem mais de 600 colaboradores em todo território nacional, 45 supervisores de renome nacional e em sua boa parte atuantes na área de saúde. Em 2020 a clínica social desenvolve 70 mil atendimentos. Em 2021 até julho são realizados 73 mil atendimentos. O triplo da demanda esperada em apenas um semestre.

Com a pandemia da Covid 19 ocorre o aumento claro dos casos de saúde mental que já tinham característica de epidemia. A precariedade da socialização, a dificuldade dos afetos, lidar com a morte, desemprego, rompimento da ideologia, caos na religião e dificuldades adaptativas em um mundo em transformação geraram um quadro que raros estudos ou profissionais esperavam. A resposta social também aparece quando o curso superior de psicologia torna se o segundo mais concorrido em todas universidades federais. Uma demanda gigantesca social para profissões vinculadas a saúde.

Lamentavelmente no Brasil vivemos toda uma estrutura “negacionista” que se alastrou no meio acadêmico, na área de saúde, na política e religião. Mais que os dados citados bastam olhar para sua família, amigos e conhecidos para se perceber que existem casos de sofrimento mental a nossa volta. Ainda existe muitos mitos, preconceito, falsas notícias circulando sobre doenças mentais. Várias doenças têm tratamento e cura. Por tal evolução no número de pacientes o Instituto Olhos da Alma Sã e seus parceiros revolvem ampliar e antecipar o setembro amarelo 2021, iniciando a campanha em março com vários eventos, discutindo a prevenção em saúde mental. Todos podemos e devemos fazer algo pela vida!

Parcerias:
Clínica social Jung Brasil.
Clínica social de Brasília.
Clínica social do Rio de Janeiro.
Junguianos de Brasília.
CVV- Centro de Valorização da vida ligue 188.
Lottus Psicologia.
Or Avrohom.
Instituto Junguiano de Brasília.
Faculdade Serra da Mesa FASEM.
Centro educacional Alfredo Nasser. UNIFAN.
Faccamps.
Secretaria municipal de direitos humanos de Goiânia.
Universidade Federal do Paraná – UFPR.
Diretoria de atenção à saúde da comunidade universitária – UNB.
Escritório de saúde mental da USP.

O canto da sereia na era digital.

Algumas reflexões sobre marketing e a cultura.

Ulisses em sua odisseia um dia foi tentado pelas vozes que hipnotizavam. O canto da sereia está em nossa instantaneidade, na urgência , no discurso o vazio de sucesso, empreendedorismo, liderança na falácia do coashing. Tenho visto vários colegas, ex- alunos, profissionais de saúde fazendo muita merda na era do digital, bancando o idiota em rede social, reproduzindo velharias sem resultado algum para suas carreiras, gastando muito para se transformarem em mais do mesmo. Gosto das redes sociais e periodicamente dou minhas voltas para ver o que o pessoal posta e fico triste com tanta gente vazia, desinteressante, produto de social mídia, com postagens entediantes de senso comum. Não mudam nem a música para rebolar.

O mercado e nossa cultura está imerso na transparência com alta visibilidade- ditados pelo espírito do tempo. Estamos todos expostos e conduzidos inconscientemente a estar nesta teia de visibilidade para pertencer a cultura e a nosso tempo. Lapidamos nossa Persona nesta dinamica. Todavia existe toda uma estrutura para a qual devemos dar atenção diferenciando vida pública da vida privada, no teor do que fazemos e postamos, na condução da comunicação com conteúdo.

A comunicação exige identidade. Não dá para ser alguém copiando os outros, mostrando se imbecil e vazio, nem reproduzindo frases prontas desgastadas, sem as contextualizar com a vida atual. Nas mídias faça citações, mostre sua cultura, o que estuda, autores que tem lido mas correlacione isto com a realidade, com o que vivemos, com o dia a dia. Mostre sua capacidade de dialogar com os autores , costure teorias e pensamentos. Dentro deste aspecto mostre quem você é, o que pensa, deixe para a sociedade menos críticas proponha. Voce pode brincar, contar piadas, ser divertido mas tenha alma, essência mostrando que ai dentro de você existe alguém que pensa .

Não adianta gastar bilhões com publicidade, marketing, social media, ter milhões de seguidores, e gastar muito com produção de fotos e poses. As pessoas procuram você por que você é da área de saúde, por que tem conteúdo, por que pode as auxiliar em seu sofrimento, por que tem bagagem teórica e prática. Neste campo tenho visto colegas se portando como modelos, fazendo alto investimento em fotos e afins, todavia sem resultado. A embalagem pode ser bonita mas o conteúdo deve ser coerente com a embalagem. Neste aspecto a estrutura narcísica de nosso tempo é pecaminosa e a Sereia tem uma linda voz. Vi outro dia uma colega bela que se afundou neste processo fazendo lives ridículas, sem conteúdo, com pessoas chatas e o resultado caótico, a bela tosqueira vazia de sempre, na qual a pobre colega não pega nem resfriado, menos ainda pacientes ou clientes. A apresentação da colega trouxe o sentimento de tédio de vazio de superficialidade o que na área da saúde é catastrófico.

No campo da saúde mental, da psicologia temos milhares de assuntos de relevância para explorar. Podemos discutir o comportamento, hábitos sociais, modismos , a as tradições na sociedade, os complexos culturais, sexualidade, os relacionamentos. O campo de produção é infinito.

Todavia colegas tem discutido qual tema nas redes? Vejo frases prontas do marqueteiro, já usadas com outros 70 colegas. Isto é muito ruim por que não chama a atenção, não ajuda a sociedade, não tem relevância social alguma e o vazio não constrói carreira. Assim ao se comunicar mostre conteúdo, inove, seja criativo, ouse. É preferível você ter apenas 2 mil seguidores com conteúdo que dez milhões de alienados, mostrando se mais um cego guiando outros cegos.

Este conteúdo você o conquista estudando, fazendo uma formação em uma abordagem séria, em um tripé de formação- estudo teórico, supervisão e sua própria psicoterapia- ainda estando atento as notícias e as transformações do mundo que na atualidade são gritantes. Apreendendo uma abordagem a atualize.

O Instituto Olhos da Alma sã se tornou uma referência nacional na área de saúde mental por isso. Adaptamos a teoria para nossa realidade, temos uma equipe que recicla periodicamente em pós graduações, cursos de formação, cursos de extensão, debates e seminários. Hoje somos fonte para outros profissionais de saúde, o cinema, cultura, jornalismo. Estamos muito atentos a tudo que vem ocorrendo no mundo e pensando nestas coisas a partir da abordagem que seguimos. Produzimos muito conteúdo semanalmente.

Em outro campo brincamos, nos divertimos, fazemos palhaçadas, descontraímos, e tudo isto torna o ambiente de trabalho e comunicativo mais suave e saudável. Isto tem a função clara de humanizar os processos e as vivencias. Isto nos aproxima das pessoas que também não estão afim de caras sérias e de gente chata. E tudo isto é feito com muito conteúdo, com relevância social, atualizado.

Na atualidade existem milhares de empresas, de marqueteiros digitais que lhe prometem milagres. Você até pode contratar alguém para lhe auxiliar mas antes deverá lapidar sua identidade, ter conteúdo sua capacidade. Pelo amor de Deus não banque o idiota nas redes sociais, não seja vazio, nem tenha cara de margarina vencida . Mostre ao mundo sua alma, sua beleza interior, sua bagagem teórica e pratica.

Me permito compartilhar com vocês minha trajetória nestes mais de 35 anos com os quais estou envolvido com comunicação. Se hoje o Instituto Olhos da Alma Sã é referência na área de saúde mental no Brasil e exterior, isto mostra que o que temos feito se deve ao empenho de toda nossa equipe, as estratégias de gestão da diretoria, e a todo conteúdo produzido por nós. Seguimos a risca tudo que discorri acima. Construa sua carreira sem bancar o tolo ou a anta nas redes. Se mostre com qualidade o mundo precisa de pessoas que façam a diferença.

Parcerias/Prêmios

Parcerias

  • Clínica Social Jung Brasil
  • Junguianos de Brasília
  • Clínica social de Brasília
  • Clínica social do Rio de Janeiro
  • Faculdade Serra da Mesa FASEM
  • UFPR Departamento de psicologia da Universidade Federal do Paraná
  • UNB Diretoria de atenção á saúde da comunidade universitária DASU
  • USP Escritório de saúde mental
  • CVV- Centro de Valorização da vida ligue 188
  • Exercito Brasileiro
  • Ministério Público do Trabalho
  • Lotus Psicologia
  • Or AvrohomCentro universitário Alfredo Nasser UNIFAN
  • FacUnicamps – faculdade unida de Campinas
  • CREF Concelho Regional de Educação Fisica 14
  • Sindicato dos Professores de Brasília
  • CRECI/GO Consselho Regional dos Corretores de Imóveis de Goiás
  • Omturex – Conectando pessoas e Ideias

 

 

 PRÊMIOS Internacionais e Nacionais

“… O melhor premio que recebi e recebo em vida é a melhora e cura de um paciente outrora desenganado!”

Jorge Antônio Monteiro de Lima
Instituto Olhos da Alma Sã
8 prêmios internacionais
24 prêmios nacionais

Internacionais

  • THE BIZZ 2017- premio internacional relevância social serviço de referencia na área de saúde mental
  • Premio internacional BIZZ 2016 latin América categoria serviço de referencia em saúde mental
  • PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2015(r) – Certificado Internacional referencia em saúde mental
  • Prêmio Internacional Excelência Empresarial The BIZZ 2015
  • Premio internacional Empresarial THE BIZZ / Destaque área de saúde mental Latin American Service
  • Latin American Quality Awards 2011
  • Top Of Business Internacional 2007
  • Leão de Honra / Quality International 2007 (19a edição)

Nacionais

  • Título de utilidade pública da cidade de Goiânia
  • Honra ao mérito 2021 câmara municipal de Goiânia
  • Honra ao mérito 2019 câmara municipal de Goiânia dia nacional da saúde
  • Excelência e qualidade Brasil lideres 2019
  • II premio de valores familiares 2018 atuação de referencia na área de saúde
  • Igreja Jesus Cristo dos Santos dos últimos dias
  • Troféu excelência e qualidade Brasil 2018 área saúde mental
  • TROFÉU EXCELÊNCIA E QUALIDADE BRASIL 2017
  • Instituição de relevância social na área de saúde/ saúde mental
  • MEDALHA DO MÉRITO EXCELÊNCIA E QUALIDADE 2015
  • “Excelência e Qualidade Brasil 2015” categoria relevância social- área de saúde
  • Excelência e Qualidade Brasil / Serviço de referência em saúde mental e responsabilidade social
  • Prêmio Master Estadual / Destaque serviço de referencia em saúde mental do centro oeste
  • Premio excelência E QUALIDADE BRASIL 2014- serviço de referencia em saúde
  • Excelência e Qualidade Brasil 2013 / Melhor ação social destaque área de saúde
  • Quality Festival / Melhor serviço de saúde mental da região centro oeste
  • Top of Quality Gold Internacional 2012 e Empresário do ano
  • Prêmio LIBERTADORES DA AMÉRICA 2011
  • Cran Awards 2010 de Excelência de Qualidade / Empresas com Padrão de Qualidade Internacional
  • Brasil Quality 2010 Summit / Prêmio Empresa Brasileira
  • TOP OF QUALITY 2009 / Destaque Melhor PROGRAMA DE SAÚDE
  • IBRASI (Dr. Oswaldo Cruz 2009 ) / Educação e Responsabilidade Social
  • Ambiental / Troféu Top of Business Nacional 2008 (10a edição)
  • Top Of Business Nacional 2007
  • Top of Quallity 2006
  • Top of Business Nacional 2006

DEZ MANEIRAS FÁCEIS DE ENLOUQUECER.

Escrevi este artigo pra facilitar a vida das pessoas que não aceitam orientações profissionais. Fiz baseado em mais de 16 anos de prática na área de saúde mental, lidando diariamente com pessoas que perderam a sanidade, auxiliando-as a reencontrar seu o equilíbrio. Muitos pacientes “enlouquecidos” seguiram à risca cada item listado, às vezes mais de um, de forma aplicada e severa.
O que comprova sua eficácia:

1) Tente sempre agradar a todo mundo, especialmente as pessoas fúteis, os pseudo moralistas, os especialistas de marketing de rede, os vizinhos desocupados com que você tem contato. Anule sua identidade, seu gosto pessoal, visando sempre agradar a todos que o cercam. Tente resolver o problema de todos o tempo todo.

2) Seja perfeccionista, tente sempre fazer tudo perfeito. Cobre-se muito, jamais aceite erros ou falhas em suas ações ou pensamentos. Jamais descanse, seja totalmente produtivo em tudo, não relaxe, não tenha repouso, isto é para os fracos e desocupados.

3) Trabalhe em uma repartição pública, banco estatal (ou de capital misto) e tente seguir todas as normas e organizar os serviços de maneira que jamais o trabalho se acumule. Tente fazer o serviço funcionar tornando-o dinâmico.

4) Seja um telespectador assíduo de programas jornalísticos violentos e, preferencialmente, assista a todos transmitidos no dia. Acompanhe todos os reality shows que puder, todos os noticiários e tente usar o que assiste em sua vida pessoal.

5) Seja politicamente correto em tudo. Não conte piadas porque elas sempre denigrem os outros e não permita que ninguém conte, em um raio de 10 metros de você. Também não dê risada, pois elas incomodam as pessoas que estão perto. Tenha ar sério, isto melhorará em muito a impressão das pessoas por você.

6) Leve a sério tudo que os outros comentam e pensam a seu respeito.
Especialmente fofocas, comentários de redes sociais. Pense que cada dizer nada mais é que uma crítica construtiva.

7) Só se relacione com as pessoas por interesse. Jamais se envolva por amor.
Como dizem alguns, “pai pobre é destino, sogro pobre é burrice”. Ignore a paixão, tesão, intensidade da vida. Passe por cima de seus próprios sentimentos.

8) Evite contato com as pessoas, sair, ter amigos, ter vida social.
Desconfie de todo mundo. As pessoas sempre querem lhe passar a perna, lhe fazer mal, até mesmo de sua família.

9) Adote uma igreja na qual você possa comprar sua salvação. Pode pagar mensalmente em cartão de crédito, boleto, cheque, dinheiro, em bens.
Escolha a que menos dá trabalho, a que prometer o céu sem esforço. Escolha uma que fale muito de dinheiro e de satanás. Se não achar, escolha uma que fala mal o tempo todo das outras religiões. Torne-se fanático, preconceituoso e veja o mal ou o diabo em tudo e em todos.

10) Acredite em promessas de políticos ou que um dia vão combater de verdade a corrupção no Brasil. Doe sua vida por uma ideologia partidária.
Tenha princípios e ética e vá para a política. Acredite na imparcialidade de nosso Judiciário, na inexistência de tráfico de influência e que ladrões políticos serão um dia punidos.

QUANDO A DOR E O PRAZER SE MISTURAM.

Às vezes o homem prefere o sofrimento à paixão.” Fiodor Dostoievski

Toda história da poesia e literatura fundem amor e dor. Todo nosso cancioneiro popular da mesma forma falam do sofrimento o trazendo enquanto vivencia representativa da vida, falando da dor do belo. Do samba canção aos boleros dos anos 30, da fossa sertaneja aos desvarios do rock, existe uma idolatria ao mal estar que até mesmo vira um bem querer, um estado acomodado, uma mania, um hábito. Das artes a nossa política nada ilustra melhor uma sessão de tortura que nosso horário eleitoral, vazio de ideologias retratadas pela maior rejeição popular da história. Nossa política e seus altíssimos índices de corrupção atestam nossa mania votamos em quem vai nos roubar!
Simbolicamente este é um comportamento auto destrutivo.

Pensar no prazer e alívio trazido pelo sofrimento é a temática dos processos de auto mutilação. Mordiscar cutículas, arrancar casca de ferida, puxar os próprios cabelos, e por que não falarmos dos pequenos rituais de dor presentes ao ato sexual? Sentir se vivo, adrenalina, intensidade… qual é o limite?

Uma das psicopatologias mais impressionantes que existe é o chamado transtorno Boderline, no qual uma pessoa deliberadamente se mutila rotineiramente, cortando o corpo, arrancando os próprios cabelos, se esbofeteando, se machucando de várias formas e maneiras. Psicologicamente fazendo isto para tentar diminuir o sofrimento psíquico a angústia, alegando que o mal estar físico diminui a intensidade do mal estar psicológico. Uma forma que se inicia na adolescência e segue vida adulta em várias formas ritualísticas concretas (no corpo físico) ou apenas no simbólico (com a auto mutilação em várias formas auto destrutivas de comportamento em sociedade) como na descrita pela peça de teatro “A Comédia do Amor” de Henrik Ibsen.

A literatura psiquiátrica e psicológica são bem ricas na descrição dos detalhes do transtorno Boderline ou síndrome de auto mutilação. Um de seus principais sintomas é o descontrole, a altíssima ansiedade e um certo alívio quando sente se vivenciando a dor. Porém chama nos a atenção o aspecto simbólico que demarca claramente que tudo isto vai muito além da dor física. Várias pessoas se sabotam diariamente, entrando em diversos tipos de problemas, endividando se, provocando brigas, se detonando indiretamente mas com o mesmo tipo de atitude psicológica, ou seja, provocando o sofrimento para tentar sentir alívio para suas angústias internas.
Tratamento existe e a família pode ajudar em muito. Resgatar o amor próprio e o auto cuidado.

O DESEMPREGO AFETA OS MACONHEIROS

A crise econômica no país é democrática: as altas taxas de juros e o aumento sucessivo de tarifas das atuais empresas privadas – outrora públicas (luz, água, telefone,…), vêm atingindo cruelmente a classe dos maconheiros, que encontram enormes dificuldades para se empregar.

A luta do maconheiro desempregado é difícil. Acordar tarde, desmotivado, em um estado absoluto de nada: nada sinto, nada sou, nada penso, um Nirvana às avessas de pura apatia. Até que o raciocínio se consolide, algo raro à classe, foi-se uma boa parte da manhã. Tudo bem, faltam apenas dez para meio dia, mas ele ainda se anima em sair à rua para comprar o jornal, atrás de emprego. Pensa, medita, calcula a distância da banca e resolve comemorar antes de sair para procurar o emprego, acender “unzinho” só para “inspirar” o raciocínio. A “larica” então emerge e o nosso pobre desempregado vê-se na difícil situação de ter de fazer uma boquinha, sabe como é, meio dia, o barato dá fome, a saciedade do apetite dá sono…

Vida difícil… a categoria inclusive apregoa a necessidade da seleção de empregos não ser mais durante o dia, mas exclusivamente à noite. Do jeito que é feita, ocorre uma ampla discriminação do direito dos maconheiros à seleção para um emprego. Parece brincadeira, mas tem muita família acreditando piamente no velho paradígma do “maconheiro eternamente desempregado”. Faz mal não, a erva foi criada por Deus, é natural…

Em nossos estudos sobre dependência química, notamos verdadeiros absurdos propagados para a sociedade, inclusive amplamente defendidos por políticos, do uso inofensivo da Cannabis. A bancada de políticos que colocam seus interesses particulares acima da realidade da saúde pública é gritante, basta ver o problema do alcoolismo no país.

A lentificação do raciocínio, problemas de cognição, perda da memória, apatia, perda de vontade e quebra da energia são alguns dos problemas vivenciados pelo uso frequente da maconha. A cannabis contém pelo menos 60 tipos de canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidrocanabinol (THC), podendo este ser detectado na urina várias semanas após o uso da maconha, atuando essa substância por tempo prolongado. Esta é apenas uma dentre muitas substâncias. Existem inúmeros sintomas que trazem estados alterados de consciência e de percepção, e que comprometem a saúde do indivíduo, principalmente se entrarmos no campo das misturas nada éticas promovidas pelos traficantes. Embora hoje no mundo se propague o uso da maconha pra fins medicinais, em casos de fibromialgia, e dor crônica, para casos de câncer e aids, não podemos propagar que o uso da substância não tem seus efeitos colaterais que comprometem a vida de um indivíduo, especialmente quando existe um uso abusivo. Melhor ter cautela que desemprego!

BEBO POR QUE É SÓLIDO, SE FOSSE LÍQUIDO COMÊ-LO-IA.

Bebo por que é sólido, se fosse líquido comê-lo-ia

 

Bebe todo dia, mas jura que dá conta de parar quando quiser. Dizem que bebe muito, mas em sua roda de amigos é quem menos bebe, e esta é sua desculpa. Tem como lema: “mais vale ser um bêbado famoso, que um alcoólico anônimo”. Todo mundo tem problemas menos ele. Está bem, alegre! Virou hábito vomitar e acordar de ressaca. Aliás, acordar para quê? As economias e seu trabalho foram pro ralo há muito tempo. Mas ele supera, ele faz parte de uma estatística de desempregados e pra resolver recorre a sua velha amante garrafa. Ela que ali sempre está inegável a seu lado. E porque recriminar se todo mundo bebe, seja este um político, um policial, um Juiz? Bateu o carro como todo mundo, na fatalidade atropelou um pai de família, mas tá tudo em ordem. A esposa largou porque não aguentava mais estressadinha.

As brigas quotidianas o fizeram conhecer várias delegacias pura farra, toma mais uma pra esquecer e tá tudo limpo. Filhos passando por necessidade, algo que não existe, seu dinheiro some toda vez, destinado ao caixa do bar. Mas ele está bem o problema sempre é dos outros.

 

A pior praga da saúde mental é o alcoolismo. Uma doença alastrada e embrenhada com o aval de toda sociedade. Inúmeros dados da saúde apontam que o alcoolismo atinge a toda sociedade ativa ou passivamente.

 

Ativa por ligar se ao próprio usuário e seu abuso da droga. O alcoolismo é uma doença adquirida que tem tendência hereditária. Quando um paciente tem o alcoolismo, não importa o quanto, nem a frequência que ele bebe, pois sua relação doentia com o álcool, faz a menor dose, após muitos anos, ser motivo para o início de uma nova crise. No alcoolismo o indivíduo não consegue dizer não a droga, nem consegue parar quando inicia seu uso. E toda sua vida e hábitos passam a ser norteados pelo vício. A isto estão ligados os hábitos culturais, o lazer e os relacionamentos interpessoais, tornando-se facilmente o hábito de beber o esteio da vida de um indivíduo. Um anjo caído, o Daimon pervertido de força sagrada buscando a realização e ou o clima orgástico no embriagar-se. É contra isto que lutamos, e por isto seu tratamento é tão difícil. Tornando se uma patologia crônica requer tratamento e ou acompanhamento por toda a vida redimensionando a personalidade e suas relações. E no Brasil não há políticas públicas de prevenção nem de tratamento.

 

Se o alcoólico fosse o único a se prejudicar, tudo seria mais tranquilo. Mas, ao contrário, gera por sua doença inúmeras vítimas, os passivos citados anteriormente, vítimas do abuso da droga do primeiro. Como exemplo, cito as vítimas de acidentes automobilísticos que sofrem danos por que algum indivíduo resolveu dirigir embriagado. Isto sem falar nas vítimas de sua agressividade e ou abandono.

 

 

E nas cidades em que bares são fonte de lazer a todas as classes sociais, a incidência da patologia torna-se alta. Com o aumento da incidência vários outros problemas são associados, como a violência urbana, violência doméstica, pedofilia, acidentes automobilísticos, acidentes de trabalho, falência da instituição família. Tudo sacramentado e juramentado ao ritual da santa garrafa!

Existe tratamento, mas quem quer de verdade se tratar?

 

 

O custo do alcoolismo na sociedade é alto. O orçamento para funcionamento de um hospital de grande porte, que acaba lidando indiretamente com a questão do alcoolismo, como o Hospital de Urgências de Goiânia consome em termos de custo ao município sozinho cerca de 3/4 do que o mesmo município arrecada com bares e casas noturnas. Se junto a esta cifra colocarmos o custo da violência urbana e dos acidentes automobilísticos as contas públicas ficariam bem atrás em sua arrecadação. Resumindo os impostos que a indústria do álcool geram, não cobrem nem de perto seu prejuízo. E isto se repete em todas cidades do país. Mesmo assim o município, o estado e a nação se omitem. Toma mais uma pra esquecer! E a existência de políticas públicas sem eficácia de tratamento agravam toda situação. Solução existe se encararmos o problema como uma crise social cujo tratamento é possível.

 

O custo do tratamento de um dependente químico é alto. Requer esforço do paciente e de sua família. Envolve um tratamento integrado por uma equipe multidisciplinar com medicação, psicoterapia, terapia ocupacional, atividade física. Na maior parte das vezes o paciente deve ser internado inicialmente para uma desintoxicação em termos ideais durando cerca de 90 dias. Depois seguem o tratamento ambulatorial que envolve não apenas o paciente, mas sua família. E novamente o custo disto acaba sendo alto em proporção ao custo do divertimento: para cada real gasto em bebida o paciente terá de investir outros cinco para se tratar posteriormente.

 

No campo psicológico tratamos a compulsão, o vício, à manipulação. Frequente a quem abusa de um tipo de droga, e no campo da análise lidamos com forças instintivas intensas ligadas a compulsão e ao vício, forças consteladas a complexos ativados negativamente. O trabalho da análise liga se a toda reestruturação da personalidade que direcionou se a auto-destrutividade. A personalidade do alcoolista é destrutiva tendendo a boicotar toda tentativa de tratamento. A Persona identifica se com a sombra em um eixo neurótico. O SELF é ignorado e a vida provisória se instala em um instinto de morte, que anula a consciência. Assim um paciente passa a se destruir com “alegria”. O centro da vida, da percepção, da atenção vira o vicio que torna se habito uma força instintiva intensa. Todo viciado sequer percebe que tem problemas projetando sua patologia nos outros mostrando a infantilidade de sua personalidade. Com isto chega a ruina moral, profissional, familiar, afetiva, financeira,… A família geralmente adoece conjuntamente e da mesma forma requer atenção. Por ser um problema crônico o tratamento é de longo prazo.

 

Por tratar se de um tratamento de alto custo que requer mão de obra altamente qualificada, com equipes extremamente bem preparadas- algo que é raro pelo custo de formação- a solução social seria investir mais em prevenção. Todavia nosso estado embriagado pelo poder pretende viver de ressaca…enquanto toda sociedade paga esta conta cara!

TRANSTORNO DE PÂNICO E A SENSIBILIDADE

Para tudo, tentar respirar e não consegue. Palpitações, o coração vem à boca cavalgando, o suor escorre qual um rio caudaloso. Na terra firme, as pernas bambeiam agitadas como em um terremoto. Delas a vertigem. O universo sacode. A dor no peito… Tudo roda e daí a náusea, reza pro intestino não soltar… A tontura faz sentir como se fosse um expectador da própria vida, um fora de si preso ao corpo. Sobra o medo de perder o controle, ante tanta coisa involuntária. Da mente ao nó físico, a eternidade, tudo dura menos que minutos, mas é o suficiente para abalar a vida. E se morrer? Loucura? Por que nem a mente, nem o corpo obedecem? Frio e calor se misturam. Na garganta o grito não sai…

“O grito de Pã” retorna da mítica à alma humana. Ligado ao cortejo do deus Dionísio, em seu ritual iniciático das bacantes. Pânico era a vivência sobreposta ao grito de Pã, capaz de estremecer de medo o universo. Mas na mítica, ele não era o único que retratava estados de medo, exemplo é a paralisia dos filhos de Ares o deus da guerra, Fobos e Deimos. Como estes, a Medusa o ser alado que com o seu olhar petrificava, com víboras nos cabelos. Tantas histórias fantásticas de medo. Pelas bandas de cá mula sem cabeça, saci, pai do mato,… chupa cabras, mensalões, petrolões.

Os estados psicológicos do medo, da fobia e do pânico têm a mesma origem. Mudam apenas nuances e sua intensidade. Tal questão tem por base uma estrutura instintiva extremamente poderosa que, se aliada a um complexo, é patológica. Daí vem a crise irracional com a perda do controle.

Não é raro percebermos a doença apenas como um sintoma ignorando, toda uma psicodinâmica, poucos percebem que tanto as fobias, quanto o transtorno de pânico, denotam uma cognição elevada, mal trabalhada na qual o indivíduo inconscientemente volta-se contra si próprio. Esta sensibilidade o torna um ser altamente perceptivo e, com alto grau de somatização em todos os sentidos. Assim, o potencial inato de um paciente é ignorado pela maior parte dos profissionais que o assistem. Tal sensibilidade não é trabalhada nem integrada, ao contrário a tendência dos tratamentos superficiais mecânicos ignora tal psicodinâmica o que leva a migração dos sintomas a outras patologias. Quando não tratado este medo crônico, tende a migrar a outros processos patológicos como a hipocondria, depressão, mania, obsessão. O trabalho além de envolver a medicação, deve reestruturar a personalidade do paciente por meio de uma psicoterapia profunda. Isto para que tal estrutura de medo possa ser trabalhada no inconsciente do paciente. Técnicas de relaxamento e meditação são complementares fazendo da mesma forma um processo de auto controle. Todavia são patologias que encontram a cura nos tratamentos adequados.

Em geral, esta estrutura de personalidade envolve a insegurança, advinda tanto da criação, quanto por fatores traumáticos passados. O sintoma direto desta estrutura de personalidade é: o estresse, a Persecutoriedade, a necessidade de querer controlar tudo, a rigidez, o cansaço constante, o esgotamento físico, a tensão frequente. Tudo mesclando à alta percepção, com o medo em especial de passar mal ou de passar por uma adversidade. O pano de fundo sempre presente associa-se ao medo em especial de tudo que lhes fuja ao controle. A rigidez para a vida então ganha intensidade. Isto gera um desgaste psíquico intenso responsável pela maior parte das crises, virando um ciclo vicioso. Solução existe e os tratamentos levam cerca de um ano. Mas para tanto é necessário romper com a escravidão do medo e querer se tratar.

DEPRESSÃO E MÁGOA

Ao se falar de patologias como a depressão, profissionais de saúde expõem bem a sintomatologia física: distúrbios de sono, ansiedade, vontade de morrer, apatia, tristeza profunda, dores de cabeça, etc. Sintomas que, agrupados, delimitam um quadro patológico.

A depressão é caracterizada por muitos como um processo exclusivamente físico, genético, bioquímico, ligado a aspectos hormonais. De certa forma, um discurso convencionado comum, especialmente quando tanto a psicologia quanto a psiquiatria abandonam os aspectos da personalidade e da psique humana, relegando os processos doentios exclusivamente ao reducionismo de um materialismo “carne e bioquímica”, negando, categoricamente, as principais teorias da personalidade criadas por psiquiatras como Carl Jung e Adler.

Ampliamos nossa percepção do processo da depressão. Uma patologia que atualmente serve a toda humanidade, resgatando valores e aspectos perdidos da consciência, trazendo os pacientes à introversão e à reflexão crítica sobre o teor de sua própria vida. Uma doença que auxilia indivíduos a rever o sentido de sua vida, sobretudo na desconstrução das ilusões e fantasias megalomaníacas tão atuais.

A patologia, vista como processo materialista, tem característica de divindade no reprocessamento psíquico do conteúdo da vida. Depressão, assim, para quem não foge à reflexão e revisão de vida, é o repensar melancólico (hoje mal visto por muitos idealistas do eterno bem estar) e a retomada de atitudes direcionadas ao crescimento, voltado à espiritualidade verdadeira.

Em raríssimos casos a depressão liga-se a aspectos de cunho físico de forma isolada. Na maior parte dos casos, os pacientes com depressão têm enormes problemas de personalidade e afetividade, e muitos negam o problema, ativando todos os seus mecanismos de defesa, especialmente o racionalismo, justificando demasiadamente sua patologia, e assim não confrontando a realidade. Isso quando não projetam a culpa do problema em qualquer outra coisa, até mesmo a bioquímica ou a genética. Nesses casos, a depressão tende a tornar-se crônica, perdurando por anos a fio, até que a personalidade seja revista.

 

Dos aspectos psicológicos um é comum a vários pacientes: a mágoa. Muitos são um verdadeiro poço de ressentimentos. Não perdoam pessoas de seu passado, remoem situações angustiantes, como perda de de emprego, fim de relacionamento, calotes e ficam paralisados por anos, presos a sentimentos negativos. A falta de perdão torna-se revolta que se estende ilimitadamente até Deus. Por que tanta injustiça? O que fiz de errado?

A raiva, quando não elaborada da forma correta, corrói a personalidade, retirando do individuo sua alegria de viver. Potencializa depressão, a dificuldade em elaborar as perdas e as aceitar, e o materialismo. Quanto mais materialista for um individuo, maior será sua prisão em um quadro depressivo.

Depressão tem cura, desde que o doente busque consciência e autoconhecimento. É possível curar a depressão, desde que a pessoa aprenda a perdoar e a se perdoar.